Arranca Toco

Caboclo – Mestre e um Guardião de um Portal da Jurema Sagrada.download (1)

Serra do Arraripe

Caboclo Arranca Toco, Caboclo Bravo, mais dois entantados que é uma ciência da Jurema que não pode ser revelado assim pela internet, anda juntos>
Os Irmãos são inseparáveis sendo que Arranca Toco e Caboclo Bravo foi mais catequizado.
Caboclo Arranca Toco é uma entidade chamada de Triodo que responde como caboclo, como mestre e como Guardião é também sendo guardião e um Bruxo também e ou um mestre esquerdeiro.

NA SERRA DO ARARIPE, EXISTE TRÊS CABOCLO ENTANCATOS DE VALOR, UM SE CHAMA ARRANCA TOCO, CABOCLO VELHO E MALVADO.

 Serra do Araripe, palco de Grandes Lutas, uma marca vergonhosa de massacre de um povo pacato que foi obrigado a brigar para defender os seus direitos, e muitos mortos injustamente.
Na Serra do Araripe temos vários caboclos,(índios) Cabocó (mestiços), que ate hoje vem na Jurema Sagrada, para ajudar as pessoas, mesmo tendo o sentimento que o seu povo foi eximidos perdendo os costumes e hábitos natural, obrigado a ceder ao que desejar o homem Branco para sobreviver.
Os Jesuítas fazia sua própria leis chegaram no Brasil em 1549 expulso em 1759.
Há Caboclos que são Triodos, que vem como Caboclo, Mestre, e Mestre Guardião. Que manifesta como 3 formas no catimbo. Mas tudo tem os seus Horários.
As primeiras horas do dia que se inicia as 4 horas da Manha até as 9 horas são os caboclos que encantados que quase não passa a terra, das 4 horas da manha até ao 12 horas (meio dia) os caboclo em maneira Geral.
Os Mestres são do Meio Dia até as 21 horas e tem os Guardiões dos Portais que responde conforme os ciclos das horas. Porem há guardiões que após as 21 horas ate as 3 horas são Mestres Esquerdeiro e ou Bruxos.
Das 3 horas da manha as 4 horas da manha e a hora morta, ou seja e a troca do ciclos, onde ate as cachoeiras, as matas tudo faz o silencio profundo.
Os antigos fala que e o horário que a natureza dorme que renova as energias.
São Caboclos (índios)
Mestres Caboclos que são catequizados passou trabalhar conviver fora da aldeia,  fazendo trabalhos dos homens Branco.
Guardião Mesmo que Mestre Esquerdeiro:
São Mestres que conheceu a lei do homem branco que fez guerra e matou não por sua causa indígena mais sim pela determinação dos colonizadores. era índios feiticeiros. ao passar para a Jurema guarda uns dos os portais de encantamento.
Alguns dos Encantados da Serra do Araripe.
Caboclo Arranca Toco,
Caboclo Bravo entre outros.olhar-indigena2_1272465571Serra do Araripe
Localização na Cidade do Crato – Ceará.
Texto: Evandro Rodrigues de Deus

O Crato, é uma cidade pacata situada na região do Cariri, mais precisamente ao Sul do Ceará, ao sopé da Serra do Araripe.
Berço da tribo Cariri, índios que habitaram a localidade durante muito tempo.
A região era uma aldeia habitada pelos índios Cariris, um povo pacato, característica que os batizou com esse nome porque no falar de Porto Seguro, Kiriri significa: Calado, tristonho, sincero. Irineu Pinheiro em sua obra O Cariri diz que a palavra Cariri é oriunda de CAA (Mato) e IRA (Mel), ou CAI (Queimado), IRA (Mel) ou RIRÊ (Depois que).
A tribo subdividia-se em grupos de diversas denominações, de acordo com os dialetos falados: Quixeréus, curianêses, Calabaças, Cariús, Tremembés, Pacajus, Icós, Cariris, Carirés, Jucás, Jenipapos, Jandaias, Sucurus, Garanhuns, Chocos, Fulniês, Acenas e Romaria. Qualquer índio da região era conhecido como Cariús, por ser a maior tribo existente na época.
Os índios Cariris eram originários da Ásia e chegaram ao novo mundo pelos rios Amazonas e Tocantins. Dois tipos étnicos chegaram à América no período neolítico: os Sudésticos e os Brasilídios, a procura de um lugar que lhes dessem melhores condições de vida.
Os Brasilídios geraram 12 tribos que se espalharam e povoaram quase que completamente o continente sul americano. Expulsos pelos Tupiniquins e Tupinambás abrigaram-se à sombra das matas da Borborema, dos Cariris velhos e novos, fixaram-se no leito de alguns rios como: Jaguaribe, Acaraú, Assú e Apodi, etc.
Alguns prosseguiram a sua migração que só foram detidos pelas águas caudais do Rio São Francisco, difícil de serem transpostas e então assenhoraram-se da vasta região que compreende este rio.
Uma dessas tribos foi a nação Cariri que chegou ao sul do Ceará nos séculos IX e X da era Cristã em busca de terras férteis, úmidas, quentes e de fácil plantio, de onde pudesse retirar o sustento da família e consequentemente melhor a qualidade de vida. Encontraram no Cariri, mais precisamente no Crato, o ambiente propício às suas aspirações; com suas fontes e riquezas naturais a região propiciou-lhes uma vida fácil e primitiva, retirando da natureza, em abundância, uma diversidade de alimentos como macaúba, babaçu, piqui e araçá, dentre outros.
Dedicaram-se ainda ao plantio da mandioca, do milho e do algodão. A caça e a pesca farta nas matas e rios fazia do ambiente um verdadeiro paraíso tropical onde suas famílias puderam viver em paz durante muito tempo.
A vida na tribo era tranquila. Suas residências eram construídas com a palha da palmeira. Usavam utensílios feitos de forma artesanal como cabaças, cuias e coites. Fabricavam seus utensílios domésticos.
Dentre eles destacamos o pilão de socar, a arupemba, o abano, esteiras de palha de palmeira e artigos feitos em cerâmica como vasos, pratos e panelas onde podiam fazer seus cozidos provenientes da farinha de mandioca, (produzida em estilo rudimentar, em casas de farinhas primitivas). e do milho. O bejú, a tapioca, a puba, a canjica, o cuscuz e muitas outras receitas nutritivas vieram dos nossos antepassados indígenas.
A maioria destes costumes, comidas e ambientes foram e são utilizados pelas comunidades, até mesmo nos nossos dias.
Nos séculos XVII e XVIII, na Serra do Araripe, os índios cariris foram descobertos pelos povoadores do ´Ciclo do Couro` de Sergipe, Pernambuco e possivelmente da Torre da Bahia. Missões Indígenas espalhados pelos Sertões Pernambucanos catequizaram e civilizarão a tribo Cariri. Documentos antigos relatam a presença dos missionários na região à partir de 1730. È aí que se inicia a história do Crato.

Domingos Jorge Velho – Bandeirante Responsável por Vários Massacre
Fonte de Origem: Fernando Rebouças

Bandeirante Brasileiro, Domingos Jorge Velho nasceu em Parnaíba, Capitania de São Paulo, em 1641; faleceu em Piancó, capitania da Paraíba, em 1705. Trabalhou como Mestre de Campo no Governo de Estevão Parente.
Era filho de Francisco Jorge Velho. Começou a perseguir índios no nordeste brasileiro na segunda metade do século XVII. Foi proprietário de fazenda no interior do atual estado de Pernambuco, às margens do rio São Francisco.
Desbravou as serras de Dois Irmãos Paulistas, Rio Canindé (região do estado do Piauí),  Chapada do Arariperios Salgado (atual estado do Ceará), entre outras regiões nos anos de 1671 1674.
No Ceará, seguiu sozinho para lutar contra os índios cariris, antes já havia acompanhado o Domingos Afonso Sertão e expedição ao Piauí. Foi fundador do arraial do Piancó em 1676.
Logo depois, Piancó foi destruído pelos cariris, svingou destruindo tribo .
Em 1680, fixou-se na região do rio Piranhas, onde formou um fazenda no rio Piancó.
Assinou as condições do plano de atacar o Quilombo dos Palmares com o governador João Cunha Souto Maior, em 3 de março de 1687.
As condições foram confirmadas em 1691, pelo governador de Pernambuco, Marquês de Montebelo, sendo o contrato ratificado pela Carta Régia de 7 de abril de 1693. (leia mais sobre a Guerra dos Palmares).
Dois anos depois, com a ajuda de Bernardo Vieira de Melo, destruiu o quilombo, fato que marcou a morte de Zumbi.
Em 1699, chefiou expedição para combater a Confederação dos Cariris, acompanhado de missionários e tenentes. Domingos Jorge Velho recebeu patente de mestre de campo.
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Juremeiro Neto.